Essa época do ano com recessos, férias e viagens pelo país muitos gostam de aproveitar ao máximo os banhos de sol, tão frequentes no verão. Porém, quando prolongado e acumulado ao longo da vida, o excesso de raios ultravioleta vira um problema: acelera o processo de envelhecimento da pele, principalmente nas peles mais brancas.
Muitas pessoas procuram se proteger do sol por causa do perigo do câncer, e somente quando estão por volta dos 50 anos elas se preocupam com o aspecto estético da pele. O sol vai lentamente alterando o tecido cutâneo e com o passar do tempo – na altura da meia idade – aparecem os sinais de envelhecimento. A pele sofre certa atrofia principalmente nas áreas expostas ao sol.
As pessoas de pele mais clara devem ter cuidado redobrado: quanto mais branca, mais suscetível a um envelhecimento precoce da pele, já que as mais escuras têm a melanina como proteção natural. Elas devem se proteger do sol desde cedo, pois o envelhecimento é cumulativo.
As dicas para evitar o envelhecimento precoce vão desde se proteger diretamente com chapéus, bonés, guarda- sol e protetor solar, até buscar uma alimentação com muitas frutas, legumes, água, sucos e pouca gordura, principalmente, durante os dias de praia ou muita exposição ao sol. A alimentação no verão deve ter muitas frutas e legumes, como o mamão, melão e tomate, por exemplo, pois eles têm carotenoides. É uma substância que, em parte, ajuda na proteção da pele contra a radiação, ressaltam os especialistas.
Assim como devemos nos proteger dos raios ultravioletas com protetor solar, é importante também ter uma exposição moderada ao sol sem essa proteção. Segundo especialista, um adulto saudável precisa se expor ao sol, em média, entre 15 e 30 minutos, de 3 a 4 vezes por semana para adquirir vitamina D. Ela é responsável por aumentar a absorção do cálcio e diminuir o risco de doenças cardíacas, entre outras, como raquitismo, osteomalacia e osteoporose.
Fonte: Blog da Saúde / Ministério da Saúde