{"id":3317,"date":"2023-05-12T15:16:36","date_gmt":"2023-05-12T18:16:36","guid":{"rendered":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/?p=3317"},"modified":"2023-05-12T15:16:38","modified_gmt":"2023-05-12T18:16:38","slug":"zooterapia-o-papel-dos-bichos-em-tratamentos-de-saude","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/zooterapia-o-papel-dos-bichos-em-tratamentos-de-saude\/","title":{"rendered":"Zooterapia: o papel dos bichos em tratamentos de sa\u00fade"},"content":{"rendered":"\n<p><\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><a href=\"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Sem-nome-1600-\u00d7-1100-px-6.png\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"704\" src=\"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Sem-nome-1600-\u00d7-1100-px-6-1024x704.png\" alt=\"\" class=\"wp-image-3318\" srcset=\"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Sem-nome-1600-\u00d7-1100-px-6-1024x704.png 1024w, https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Sem-nome-1600-\u00d7-1100-px-6-300x206.png 300w, https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Sem-nome-1600-\u00d7-1100-px-6-768x528.png 768w, https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Sem-nome-1600-\u00d7-1100-px-6-1536x1056.png 1536w, https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Sem-nome-1600-\u00d7-1100-px-6.png 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Muito al\u00e9m da companhia e da troca de afeto, c\u00e3es, cavalos e grande elenco podem ajudar seres humanos de qualquer idade a superar doen\u00e7as.\u00a0\u00a0<\/p>\n\n\n\n<p>Contamos como foi a hist\u00f3ria de Benjamin, como um exemplo de como a Zooterapia \u00e9 importante para ajudar pessoas. Foi a av\u00f3 do menino que incentivou os pais a buscarem informa\u00e7\u00f5es sobre o transtorno do espectro autista. Ela reconhecia no neto gestos que via no filho de uma amiga, que j\u00e1 tinha o diagn\u00f3stico. Depois de passar por diferentes m\u00e9dicos e encontrar apoio em outras fam\u00edlias que vivenciaram situa\u00e7\u00e3o parecida, os pais, Luiz Felipe e Aline Lummertz, de Porto Alegre, tiveram a confirma\u00e7\u00e3o: Benjamin, aos 3 anos, estava mesmo no espectro.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Consultando especialistas e lendo bastante a respeito, a fam\u00edlia saiu em busca de tratamentos e recursos para estimular o desenvolvimento do pequeno. A Terapia ocupacional e sess\u00f5es de fono e psic\u00f3logo come\u00e7aram a fazer parte da rotina. Mas foi com terapeutas menos convencionais e de quatro patas que Benjamin melhor se encaixou.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEle tem muita liga\u00e7\u00e3o com os bichos. Com cachorros, ele senta, olha, aproxima o nariz do focinho e come\u00e7a a repetir os movimentos deles\u201d, conta o pai, o banc\u00e1rio Luiz Felipe.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A conex\u00e3o mais imediata, por\u00e9m, veio com os equinos. Sempre com o acompanhamento de profissionais que zelam pelo bem-estar tanto do animal quanto do paciente, Benjamin estabeleceu um v\u00ednculo logo nas primeiras aulas de equita\u00e7\u00e3o. \u201cPensamos que ele ia se afastar do cavalo, mas j\u00e1 subiu e nos deu tchau\u201d, ri o pai.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O contato com o bicho proporciona um momento \u00fanico de relaxamento e intera\u00e7\u00e3o para o garoto de Porto Alegre. \u201cComo pais, acabamos querendo que tudo que ele fa\u00e7a seja algo funcional, mas descobrimos que n\u00e3o precisa ser assim. Quando ele chega perto do cavalo, tudo acontece de forma mais natural\u201d, avalia Luiz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para al\u00e9m dos est\u00edmulos motores e da melhora no equil\u00edbrio, o v\u00ednculo com os cavalos incentivou Benjamin a se comunicar e socializar com outras pessoas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNo come\u00e7o, ele n\u00e3o falava muito, mas j\u00e1 passou a comentar sobre os cavalos, lembrar o nome deles\u201d, conta o pai. \u201cHoje vai ser com o Atlas\u201d, diz o menino, animado antes da sess\u00e3o, recordando o nome de um dos cavalos terapeutas.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Cavalos e c\u00e3es est\u00e3o na linha de frente da terapia assistida por animais, tamb\u00e9m conhecida como zooterapia. Outras esp\u00e9cies tamb\u00e9m podem ser treinadas e convocadas para essa vertente que ganhou adeptos, projetos e estudos nos \u00faltimos anos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Mais do que o conv\u00edvio pr\u00f3ximo com os bichos, a abordagem terap\u00eautica recruta os animais como aliados na supera\u00e7\u00e3o de sintomas, sequelas e doen\u00e7as com repercuss\u00f5es f\u00edsicas ou mentais e em qualquer faixa et\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de ser uma metodologia que voltou a ficar sob holofote h\u00e1 poucas d\u00e9cadas, o uso de animais como coadjuvantes em tratamentos de sa\u00fade tem ascend\u00eancia milenar. Hip\u00f3crates, o pai da medicina ocidental, j\u00e1 recorria a uma pr\u00e1tica similar \u00e0 equoterapia na Gr\u00e9cia antiga.&nbsp;O desenvolvimento da t\u00e9cnica em sua vers\u00e3o moderna come\u00e7ou nos Estados Unidos nos anos 1970, quando se criou um protocolo oficial. No Brasil, o Conselho Federal de Medicina (CFM) reconhece a equoterapia desde 1997.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Animais como os cavalos d\u00e3o apoio na frente f\u00edsica e na psicol\u00f3gica. Hoje se tornam companheiros e coterapeutas de pessoas com autismo, depress\u00e3o, traumas, paralisia, sequelas de AVC&#8230; D\u00e3o um est\u00edmulo e tanto ao c\u00e9rebro humano.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO cavalo faz um movimento de vai e vem que n\u00e3o s\u00f3 melhora o equil\u00edbrio e o t\u00f4nus muscular do paciente como favorece a forma\u00e7\u00e3o de sinapses, as conex\u00f5es entre os neur\u00f4nios\u201d, explica Paulo Cezar de Mello, professor de educa\u00e7\u00e3o f\u00edsica da Universidade de Passo Fundo (RS) e coordenador do projeto de extens\u00e3o em equoterapia da institui\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Criado em 2003, o projeto ga\u00facho atende crian\u00e7as diagnosticadas com transtorno do espectro autista e paralisia cerebral. Al\u00e9m dos passeios a cavalo, os jovens pacientes trabalham em \u201cilhas\u201d de desenvolvimento, orientadas por estudantes de diferentes cursos da universidade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTemos a ilha de psicomotricidade, onde eles participam de brincadeiras com bola; a ilha de fonoaudiologia, em que exercitam a fala. N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 colocar as crian\u00e7as em cima do cavalo. Tem todo um trabalho pedag\u00f3gico\u201d, descreve Mello.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Atendimento interdisciplinar mediado por humanos \u00e9 um conceito importante na terapia assistida por animais. Exemplo disso se v\u00ea no tratamento de pessoas que sofreram algum trauma ou abuso.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cMuitas vezes, s\u00e3o crian\u00e7as que tiveram experi\u00eancias ruins com outro ser humano e possuem dificuldade de se abrir com um psic\u00f3logo ou psiquiatra. Os animais podem exercer o papel de \u2018dissolver\u2019 esse trauma em um primeiro momento, permitindo a interven\u00e7\u00e3o com outros terapeutas depois\u201d, ilustra a veterin\u00e1ria Daniela Gurgel, fundadora da ONG Natureza Conecta, em Itu (SP), que atende crian\u00e7as e adolescentes em situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na entidade, s\u00e3o 45 animais, sendo eles c\u00e3es, cavalos, cabras, porcos, patos e at\u00e9 galinhas fazem parte do conv\u00edvio e auxiliam no atendimento. \u201cO importante \u00e9 que seja um animal calmo, capaz de entender que um carinho ou um movimento brusco n\u00e3o s\u00e3o uma amea\u00e7a, para n\u00e3o ocorrer uma rea\u00e7\u00e3o de ataque ou medo\u201d, esclarece Daniela.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se o primeiro atributo para colocar um animal no time da zooterapia \u00e9 ele estar acostumado ao conv\u00edvio humano, \u00e9 dif\u00edcil encontrar algum mais qualificado que os cachorros. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Pode n\u00e3o ser l\u00e1 muito \u00e9tico que seu analista seja seu amigo, mas a exce\u00e7\u00e3o a esse limite parece ser a cinoterapia, como se chama a interven\u00e7\u00e3o que envolve os c\u00e3es. Conhecidos popularmente como os \u201cmelhores amigos\u201d da nossa esp\u00e9cie, a rela\u00e7\u00e3o entre eles e n\u00f3s remonta a mais de 10 mil anos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO c\u00e3o \u00e9 extremamente domesticado para ser nosso companheiro incondicional\u201d, afirma Silvana Prado, presidente da ONG Patas Therapeutas, em S\u00e3o Paulo. A organiza\u00e7\u00e3o promove visitas e interven\u00e7\u00f5es com cachorros e outros animais em hospitais, residenciais de idosos e abrigos para crian\u00e7as. A presen\u00e7a dos animais incentiva a socializa\u00e7\u00e3o e a autoestima, al\u00e9m de funcionar como uma esp\u00e9cie de \u201cresgate\u201d do mundo externo para quem est\u00e1 internado, reduzindo o estresse que pode atrapalhar a recupera\u00e7\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cTrabalhamos com hospitais infantis e costumamos receber o retorno de que, no dia da visita, as crian\u00e7as tomam at\u00e9 menos medica\u00e7\u00e3o para dor\u201d, relata Silvana.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A terapia com animais ainda n\u00e3o disp\u00f5e de uma regulamenta\u00e7\u00e3o para entrar no SUS, embora um projeto de lei sobre o tema tramite em Bras\u00edlia desde 2012.&nbsp;Hoje o acesso se d\u00e1 por meio de ONGs e centros privados, e as regras variam de acordo com a cidade, o estabelecimento ou o hospital apto a receber os bichos. E olha que os benef\u00edcios da conviv\u00eancia com outras esp\u00e9cies n\u00e3o se restringem \u00e0 \u00e1rea da sa\u00fade.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ambientes ligados ao ensino podem tirar proveito dela. Em um experimento da Mars Petcare realizado durante a pandemia, 79% dos professores sentiram seus alunos menos estressados na sala de aula virtual quando estavam perto de um animal de estima\u00e7\u00e3o. Agora, os especialistas gostam de ressaltar: seja para fins pedag\u00f3gicos, seja para fins terap\u00eauticos, o bicho \u00e9 um agente a mais no cuidado. \u201cO c\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um rem\u00e9dio\u201d, frisa H\u00e9lio Rovay, cinot\u00e9cnico e presidente da ONG Medic\u00e3o, em S\u00e3o Paulo.&nbsp;\u201cA fun\u00e7\u00e3o dele \u00e9 ajudar a estabilizar o paciente para que o rem\u00e9dio e o tratamento todo funcionem de forma mais eficaz\u201d, pontua. E isso n\u00e3o \u00e9 pouca coisa numa reabilita\u00e7\u00e3o, longe disso, como prova uma das cadelinhas da Medic\u00e3o.&nbsp;A \u201cc\u00e3-terapeuta\u201d Hanna foi pe\u00e7a-chave na hist\u00f3ria do pequeno Pedro Henrique, \u00e0 \u00e9poca com 5 anos e recuperando-se de um acidente que lhe perfurou diversos \u00f3rg\u00e3os. Ela devolveu o \u00e2nimo ao menino para sair da cama e completar as sess\u00f5es de fisioterapia. \u201cFoi como um passe de m\u00e1gica\u201d, comparou a m\u00e3e do garoto \u00e0 imprensa. N\u00e3o \u00e0 toa, Hanna chegou a ser homenageada pela C\u00e2mara de Vereadores de Campinas (SP) por seu trabalho.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;O conceito da zooterapia<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para a intera\u00e7\u00e3o com os bichos se enquadrar como uma terapia assistida por animais (TAA), \u00e9 preciso ter sempre o acompanhamento de um profissional de sa\u00fade m\u00e9dico, fisioterapeuta, psic\u00f3logo, terapeuta ocupacional etc.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando n\u00e3o h\u00e1 esse direcionamento e trabalho em conjunto, apenas o contato mais pr\u00f3ximo com c\u00e3es ou cavalos, fala-se em atividade assistida por animais (AAA) e ela j\u00e1 pode promover benef\u00edcios, como melhora da socializa\u00e7\u00e3o e da ansiedade.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o h\u00e1 restri\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cie para a terapia, mas o animal precisa ser cuidado e treinado para aceitar os imprevistos do conv\u00edvio humano (como um pux\u00e3o no rabo, por exemplo) sem reagir de forma violenta.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Ter um pet j\u00e1 faz bem&nbsp;&#8211; <\/strong>Dezenas de pesquisas indicam vantagens da conviv\u00eancia di\u00e1ria&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Alergia &#8211; <\/strong>Ter contato com animais desde cedo torna o sistema imunol\u00f3gico mais preparado e menos ultrassens\u00edvel e propenso a disparar rea\u00e7\u00f5es al\u00e9rgicas no futuro.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Sedentarismo &#8211; <\/strong>Levar o bicho para passear conta como atividade f\u00edsica. Um estudo brit\u00e2nico calculou uma chance at\u00e9 quatro vezes maior de caminhar 150 minutos por semana se voc\u00ea tem um c\u00e3o.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u00c2nimo e humor &#8211; <\/strong>A parceria est\u00e1 associada a menos sintomas de ansiedade e depress\u00e3o, pois tende a ocorrer uma maior produ\u00e7\u00e3o de serotonina e outras mol\u00e9culas boas para o humor.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Estresse &#8211; <\/strong>Al\u00e9m de afastarem a solid\u00e3o, os pets teriam um \u201cefeito calmante\u201d. Pesquisas estimam n\u00edveis de estresse menores na companhia deles do que junto a outros seres humanos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>&nbsp;Zelando pelo bem-estar animal<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o estado do paciente que deve ser levado em considera\u00e7\u00e3o na zooterapia. O pr\u00f3prio bicho e coterapeuta requer acompanhamento para n\u00e3o ser exposto a situa\u00e7\u00f5es estressantes ou arriscadas durante o conv\u00edvio com os seres humanos.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>E cuidados b\u00e1sicos como vacinas em dia, vermifuga\u00e7\u00e3o e alimenta\u00e7\u00e3o adequada s\u00e3o, claro, indispens\u00e1veis. Entidades como a ONG Natureza Conecta seguem padr\u00f5es definidos pela Associa\u00e7\u00e3o Internacional de Organiza\u00e7\u00f5es de Intera\u00e7\u00e3o Humano-Animal.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cUm deles \u00e9 o tempo de sess\u00e3o da terapia: o animal s\u00f3 pode ficar de 45 a 50 minutos por dia. Mais do que isso, mesmo se bem acostumado, ele come\u00e7a a se estressar\u201d, explica a veterin\u00e1ria Daniela Gurgel, respons\u00e1vel pela ONG. No per\u00edodo livre, os animais s\u00e3o incentivados a manter seu comportamento natural, gastar energia e descansar.&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/saude.abril.com.br\/medicina\/zooterapia-o-papel-dos-bichos-no-tratamento-fisico-e-mental\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Sa\u00fade Abril<\/a>&nbsp;&nbsp;<\/p>\n<div style=\"padding-bottom:20px; padding-top:10px;\" class=\"hupso-share-buttons\"><!-- Hupso Share Buttons - http:\/\/www.hupso.com\/share\/ --><a class=\"hupso_toolbar\" href=\"http:\/\/www.hupso.com\/share\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.hupso.com\/share\/buttons\/lang\/pt\/share-medium.png\" style=\"border:0px; padding-top:5px; float:left;\" alt=\"Share Button\"\/><\/a><script type=\"text\/javascript\">var hupso_services_t=new Array(\"Twitter\",\"Facebook\",\"Google Plus\");var hupso_background_t=\"#EAF4FF\";var hupso_border_t=\"#66CCFF\";var hupso_toolbar_size_t=\"medium\";var hupso_image_folder_url = \"\";var hupso_title_t=\"Zooterapia: o papel dos bichos em tratamentos de sa\u00fade\";<\/script><script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/static.hupso.com\/share\/js\/share_toolbar.js\"><\/script><!-- Hupso Share Buttons --><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Muito al\u00e9m da companhia e da troca de afeto, c\u00e3es, cavalos e grande elenco podem ajudar seres humanos de qualquer idade a superar doen\u00e7as.\u00a0\u00a0 Contamos como foi a hist\u00f3ria de Benjamin, como um exemplo&#46;&#46;&#46;<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":3318,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"footnotes":""},"categories":[1791,3],"tags":[236,1764,1806,347,481,1809,1810,1808,1115,1807,1805],"class_list":["post-3317","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-animais","category-bemestar","tag-animais-de-estimacao","tag-animal","tag-animal-terapeutico","tag-bem-estar","tag-cachorro","tag-caes","tag-cavalo","tag-equinoterapia","tag-terapia","tag-terapia-animal","tag-zooterapia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3317","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=3317"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3317\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":3319,"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/3317\/revisions\/3319"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/media\/3318"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=3317"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=3317"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=3317"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}