{"id":3625,"date":"2024-05-28T15:03:19","date_gmt":"2024-05-28T18:03:19","guid":{"rendered":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/?p=3625"},"modified":"2024-05-28T15:03:19","modified_gmt":"2024-05-28T18:03:19","slug":"medicos-alertam-sobre-falsos-diagnosticos-de-deficit-de-atencao-tdah-nas-redes","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/medicos-alertam-sobre-falsos-diagnosticos-de-deficit-de-atencao-tdah-nas-redes\/","title":{"rendered":"M\u00e9dicos alertam sobre falsos \u201cdiagn\u00f3sticos\u201d de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o (TDAH) nas redes"},"content":{"rendered":"\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><a href=\"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/medium-shot-man-with-phone-laptop-1.jpg\"><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1000\" height=\"667\" src=\"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/medium-shot-man-with-phone-laptop-1.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-3626\" srcset=\"https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/medium-shot-man-with-phone-laptop-1.jpg 1000w, https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/medium-shot-man-with-phone-laptop-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/domini-blog.com.br\/boletim_saude\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/medium-shot-man-with-phone-laptop-1-768x512.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px\" \/><\/a><\/figure>\n\n\n\n<p>Atualmente o TDAH \u00e9 um assunto muito discutido e existem v\u00eddeos com milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es divulgando informa\u00e7\u00f5es imprecisas sobre o transtorno e o tratamento. O G1 entrevistou quatro cientistas para explicar o que, de fato, \u00e9 sintoma de TDAH, quais as formas corretas de detect\u00e1-lo e que tratamentos t\u00eam efic\u00e1cia comprovada pela medicina.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cVoc\u00ea vive perto de uma pessoa que \u00e9 muito \u201cdesligada\u201d e que esquece as coisas? Ela tem TDAH e n\u00e3o sabe.\u201d Essas frases, que&nbsp;n\u00e3o t\u00eam validade cient\u00edfica&nbsp;(entenda mais abaixo), foram ditas por um influencer no&nbsp;TikTok, em um v\u00eddeo sobre Transtorno de D\u00e9ficit de Aten\u00e7\u00e3o e Hiperatividade com mais de 5 milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Especialistas advertem: se voc\u00ea se guiar s\u00f3 pelas redes sociais, \u00e9 capaz de concluir que tem o dist\u00farbio&nbsp;e pode correr o risco de se automedicar, ficar mais ansioso ou acabar acreditando em tratamentos ineficazes.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo de 2021, publicado pela Associa\u00e7\u00e3o Canadense de Psiquiatria,&nbsp;analisou os 100 v\u00eddeos sobre o assunto com mais visualiza\u00e7\u00f5es no TikTok e concluiu que metade deles tinha dados falsos. S\u00f3 21% eram \u00fateis para informar o p\u00fablico sobre o transtorno.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ao&nbsp;g1, a assessoria de imprensa do TikTok afirma que a empresa se orgulha de ter se tornado um ambiente &#8220;onde as pessoas podem compartilhar experi\u00eancias sobre sa\u00fade mental&#8221;. Diz tamb\u00e9m que a rede encoraja a busca por um profissional qualificado para receber um diagn\u00f3stico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O que acontece \u00e9 que muitos espectadores do TikTok dizem ter se identificado com os sintomas e se autodiagnosticado atrav\u00e9s de v\u00eddeos sobre o assunto. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O TDAH \u00e9 um transtorno do neurodesenvolvimento de base gen\u00e9tica que afeta, no mundo, 5,3% das crian\u00e7as e adolescentes e 2,5% dos adultos.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u27a1\ufe0f S\u00e3o tr\u00eas sintomas principais, segundo o Manual Diagn\u00f3stico e Estat\u00edstico de Transtornos Mentais (DSM-5), da American Psychiatric Association:&nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>Desaten\u00e7\u00e3o\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>hiperatividade e impulsividade. \u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>Esses sintomas se apresentam em n\u00edveis acentuados, de modo frequente e em pelo menos duas situa\u00e7\u00f5es (como em casa, trabalho e na escola).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u26a0\ufe0f Antes de ver exemplos, n\u00e3o esque\u00e7a:&nbsp;manifestar esses sinais n\u00e3o significa necessariamente que voc\u00ea tenha TDAH.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cPodem ser apenas tra\u00e7os de personalidade, por exemplo. S\u00f3 \u00e9 um transtorno quando h\u00e1 impacto importante na qualidade de vida da pessoa\u201d, afirma Felipe Barros, neurologista do Hospital S\u00edrio-Liban\u00eas (SP).&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>Exemplos de desaten\u00e7\u00e3o:<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udc76<strong>Na inf\u00e2ncia:&nbsp;<\/strong>\u00c9 mais dif\u00edcil manter a concentra\u00e7\u00e3o e n\u00e3o se distrair com est\u00edmulos secund\u00e1rios. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Por exemplo: a crian\u00e7a est\u00e1 desenhando no caderno, quando o coleguinha derruba um l\u00e1pis no ch\u00e3o. Pronto, todo o foco dela \u00e9 transferido para esse l\u00e1pis que caiu. Ao ler, ela pula linhas sem perceber. Tem dificuldade de acompanhar instru\u00e7\u00f5es e de terminar tarefas, e perde objetos com frequ\u00eancia.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udc68\u200d\ud83e\uddb1&nbsp;<strong>Na vida adulta:&nbsp;<\/strong>\u201cA pessoa pode se esquecer de pagar uma conta ou de buscar o filho na escola. Come\u00e7a uma tarefa, faz uma pausa para responder a algu\u00e9m, e a\u00ed n\u00e3o termina o primeiro trabalho\u201d, explica Guilherme Polanczyk, psiquiatra e professor da Faculdade de Medicina da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP). \u00c9 comum tamb\u00e9m responder a perguntas de modo abrupto ou interromper os colegas em um di\u00e1logo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83e\udd25 <strong>EST\u00c1 NAS REDES, MAS N\u00c3O \u00c9 VERDADE:&nbsp;<\/strong>\u201cOs sintomas aumentam na puberdade.\u201d A oscila\u00e7\u00e3o de humor pode acontecer na adolesc\u00eancia de qualquer pessoa, mas o c\u00e9rebro n\u00e3o vai sofrer altera\u00e7\u00f5es que levar\u00e3o a uma maior desaten\u00e7\u00e3o, esclarece Polanczyk. \u201cEssa impress\u00e3o pode vir talvez pelo aumento da demanda, porque a escola vai ficando mais dif\u00edcil.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udc69\u200d\ud83e\uddb3<strong> Algu\u00e9m deixa de ter TDAH ao longo da vida?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. \u201cO diagn\u00f3stico n\u00e3o some. \u00c9 uma condi\u00e7\u00e3o de desenvolvimento\u201d, afirma Mello, da Unifesp. \u201cO que acontece \u00e9 que, na vida adulta, a pessoa vai aprendendo a lidar com suas condi\u00e7\u00f5es e desenvolve mecanismos para organizar suas tarefas e administrar o tempo. Essas habilidades s\u00e3o fruto da interven\u00e7\u00e3o precoce (por terapia e\/ou medicamento).\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, h\u00e1 ainda o desenvolvimento do c\u00e9rebro, que leva a uma diminui\u00e7\u00e3o dos sintomas. A tend\u00eancia \u00e9 que o quadro melhore com o tempo, mas h\u00e1 exce\u00e7\u00f5es na menopausa, por exemplo, epis\u00f3dios depressivos ou de desaten\u00e7\u00e3o acentuada podem se acentuar.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83e\udd25 <strong>EST\u00c1 NAS REDES, MAS N\u00c3O \u00c9 VERDADE:&nbsp;<\/strong>\u201cToda crian\u00e7a que n\u00e3o para quieta tem TDAH.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Um estudo feito por cientistas de universidades de Minas Gerais, publicado em 2021 no \u201cBrazilian Journal of Surgery and Clinical Research\u201d, afirma que cerca de 90% das crian\u00e7as entre 3 e 5 anos podem ter agita\u00e7\u00e3o psicomotora. \u201cEla tender\u00e1 a desaparecer com a matura\u00e7\u00e3o do sistema nervoso, mas \u00e9 muitas vezes confundida com dist\u00farbios [como TDAH]\u201d, afirma o artigo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\ud83d\udc6d<\/strong><strong>Todo paciente com TDAH \u00e9 igual?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o. A pessoa com TDAH n\u00e3o necessariamente apresentar\u00e1 todos os sinais acima. S\u00e3o tr\u00eas grupos, de acordo com o DSM-5:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>TDAH com predom\u00ednio de sintomas de desaten\u00e7\u00e3o;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>TDAH com predom\u00ednio de sintomas de hiperatividade\/impulsividade;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>TDAH \u201ccombinado\u201d (com desaten\u00e7\u00e3o e hiperatividade\/impulsividade).\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>\u201cExiste uma variabilidade grande [de quadros]. H\u00e1 quem seja mais desatento, com dificuldade de aprendizagem, e quem seja mais impulsivo e busque intensamente as sensa\u00e7\u00f5es de prazer\u201d, explica Polanczyk, da USP.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\ud83e\udd25EST\u00c1 NAS REDES, MAS N\u00c3O \u00c9 VERDADE:&nbsp;<\/strong>\u201cAs pessoas com TDAH s\u00e3o mais competitivas\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Elton Kanomata, psiquiatra do Hospital Israelita Albert Einstein (SP), afirma que &#8220;isso n\u00e3o tem rela\u00e7\u00e3o com o transtorno&#8221;. &#8220;\u00c9 um tra\u00e7o de personalidade\u201d, diz.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\ud83d\ude22 \u00c9 verdade que quem tem TDAH costuma desenvolver depress\u00e3o?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo os especialistas ouvidos pelo&nbsp;g1, pessoas com TDAH t\u00eam maior risco de apresentar comorbidades como ansiedade e depress\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Al\u00e9m disso, por causa da impulsividade e da busca pelo al\u00edvio dos sintomas do transtorno, existe uma propens\u00e3o ao uso de drogas e ao abuso de \u00e1lcool. Quando os pacientes s\u00e3o diagnosticados e tratados corretamente, os riscos de depend\u00eancia diminuem.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83e\udd25<strong> EST\u00c1 NAS REDES, MAS N\u00c3O \u00c9 VERDADE:<\/strong>&nbsp;\u201cO c\u00e9rebro se cansa, por isso a pessoa se deprime\u201d.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Kanomata diz que a afirma\u00e7\u00e3o \u00e9 falsa. \u201cExiste risco de depress\u00e3o e de comorbidades psiqui\u00e1tricas, mas n\u00e3o \u00e9 pela fadiga do c\u00e9rebro. Essa sensa\u00e7\u00e3o de cansa\u00e7o mental pode ser resultado de uma ansiedade generalizada, por exemplo.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\ud83d\udc69\u200d\u2695\ufe0f<strong>Como \u00e9 feito o diagn\u00f3stico?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO diagn\u00f3stico de transtornos mentais n\u00e3o \u00e9 feito por meio de exames laboratoriais ou de imagem. \u00c9 uma an\u00e1lise cl\u00ednica. \u00c9 a\u00ed que entra o problema: h\u00e1 quem acredite que bastar\u00e1 ver os sintomas que est\u00e3o escritos no Google\u201d, afirma Kanomata.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Ou seja: \u00e9 necess\u00e1rio procurar ajuda m\u00e9dica para analisar se h\u00e1, de fato, um diagn\u00f3stico psiqui\u00e1trico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO m\u00e9dico tem uma compreens\u00e3o das fun\u00e7\u00f5es ps\u00edquicas e comportamentais, e consegue analisar tanto o que \u00e9 verbalizado pelo paciente quanto o que fica nas entrelinhas. Nas redes sociais, as pessoas com TDAH podem ser retratadas de forma muito caricata e diferente da realidade.\u201d&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O especialista (pode ser um psiquiatra, um neurologista ou um neuropsic\u00f3logo, por exemplo) far\u00e1 entrevistas e avalia\u00e7\u00f5es psicol\u00f3gicas, explica Barros, do S\u00edrio.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cEm casos mais acentuados, pode ser que uma consulta s\u00f3 baste. Em outros, podem ser v\u00e1rias, com aplica\u00e7\u00e3o de testes espec\u00edficos de impulsividade e desaten\u00e7\u00e3o. Conversar com professores da crian\u00e7a tamb\u00e9m ajuda a analisar o comportamento dela\u201d, completa.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Se n\u00e3o houver uma conclus\u00e3o imediata, os m\u00e9dicos podem fazer um acompanhamento constante do comportamento do paciente, at\u00e9 fechar um diagn\u00f3stico.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u270f\ufe0f Em que idade costuma ser feito o diagn\u00f3stico?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em geral, \u00e9 por volta dos 7 anos que os sintomas ficam mais evidentes, principalmente por causa dos impactos na vida escolar no ensino fundamental. Nessa idade, os professores come\u00e7am a exigir que os alunos fiquem sentados por mais tempo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O importante \u00e9 que os pais e especialistas fiquem atentos ao comportamento da crian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao que \u00e9 esperado para aquela faixa et\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na escola, podem ser feitas adapta\u00e7\u00f5es para acolher os estudantes com TDAH, como aulas mais din\u00e2micas e tempo maior para terminar provas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\u270f\ufe0f Em que idade costuma ser feito o diagn\u00f3stico?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Em geral, \u00e9 por volta dos 7 anos que os sintomas ficam mais evidentes, principalmente por causa dos impactos na vida escolar no ensino fundamental. Nessa idade, os professores come\u00e7am a exigir que os alunos fiquem sentados por mais tempo.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O importante \u00e9 que os pais e especialistas fiquem atentos ao comportamento da crian\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao que \u00e9 esperado para aquela faixa et\u00e1ria.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Na escola, podem ser feitas adapta\u00e7\u00f5es para acolher os estudantes com TDAH, como aulas mais din\u00e2micas e tempo maior para terminar provas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><strong>\ud83d\udca1Por que \u00e9 importante se tratar?<\/strong>&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>O TDAH pode fazer com que o paciente enfrente:&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<ul class=\"wp-block-list\">\n<li>fracasso escolar;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>perda de emprego;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>dificuldade de manter relacionamentos;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>problemas de autoestima e de autoimagem;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>abandono dos estudos;\u00a0<\/li>\n\n\n\n<li>depend\u00eancia de drogas e de \u00e1lcool.\u00a0<\/li>\n<\/ul>\n\n\n\n<p>\u201cQuando a pessoa recebe o tratamento adequado, consegue ter uma vida est\u00e1vel\u201d, afirma Barros, neurologista do Einstein.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Fonte: <a href=\"https:\/\/g1.globo.com\/educacao\/noticia\/2023\/06\/04\/tiktok-disse-que-voce-tem-tdah-medicos-alertam-sobre-falsos-diagnosticos-de-deficit-de-atencao-nas-redes-veja-sintomas-reais.ghtml\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">G1<\/a>&nbsp;<\/p>\n<div style=\"padding-bottom:20px; padding-top:10px;\" class=\"hupso-share-buttons\"><!-- Hupso Share Buttons - http:\/\/www.hupso.com\/share\/ --><a class=\"hupso_toolbar\" href=\"http:\/\/www.hupso.com\/share\/\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/static.hupso.com\/share\/buttons\/lang\/pt\/share-medium.png\" style=\"border:0px; padding-top:5px; float:left;\" alt=\"Share Button\"\/><\/a><script type=\"text\/javascript\">var hupso_services_t=new Array(\"Twitter\",\"Facebook\",\"Google Plus\");var hupso_background_t=\"#EAF4FF\";var hupso_border_t=\"#66CCFF\";var hupso_toolbar_size_t=\"medium\";var hupso_image_folder_url = \"\";var hupso_title_t=\"M\u00e9dicos alertam sobre falsos \u201cdiagn\u00f3sticos\u201d de d\u00e9ficit de aten\u00e7\u00e3o (TDAH) nas redes\";<\/script><script type=\"text\/javascript\" src=\"https:\/\/static.hupso.com\/share\/js\/share_toolbar.js\"><\/script><!-- Hupso Share Buttons --><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Atualmente o TDAH \u00e9 um assunto muito discutido e existem v\u00eddeos com milh\u00f5es de visualiza\u00e7\u00f5es divulgando informa\u00e7\u00f5es imprecisas sobre o transtorno e o tratamento. 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